Menos é mais: é o que sugere a plataforma Minus

Só do último mês de setembro para cá, o Facebook foi acusado de ignorar a saúde mental dos usuários, prejudicar crianças e até de enfraquecer a democracia. De olho nisso, Ben Grosser, professor da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, deu vida à rede social Minus. Em bom português, “menos”.

A plataforma vai na contramão do Facebook, Instagram, Twitter e afins — que possuem extensas métricas de engajamento. Como? Quem se cadastrar não vai se preocupar com o número de seguidores nem de curtidas. Os dados não existem lá.

A provocação causada pela nova rede vai além: cada internauta tem o limite de 100 postagens para publicar. Não por mês ou ano, mas para todo o sempre. Sem exceções, até então.

Mas o que há por trás da ideia e por que ela vem chamando a atenção, afinal? De acordo com o criador da rede, o Minus quer levar o usuário a repensar seu uso das mídias sociais. Diante de um limite de postagens, o que cada pessoa vai querer compartilhar?

Com o objetivo de estimular conversas reais sem barreiras, os internautas não serão alvo de anúncios nem receberão incentivos para ficar online. Para conhecer e criar sua conta no Minus, é só clicar aqui.

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