O uso de dados e o futuro da comunicação

Nos últimos anos, os dados dos consumidores têm sido utilizados para otimizar o investimento em mídia, alcançando leads mais qualificados. No entanto, essa estratégia levantou questões sobre a privacidade e sobre quais informações as pessoas estão dispostas a compartilhar com as empresas.

Em resposta, foi promulgada no Brasil a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que deu mais segurança jurídica ao cidadão, que pode solicitar que seus dados sejam deletados, revogar um consentimento, transferir dados para outro fornecedor de serviços, entre outras ações.

Recentemente, além disso, o Google anunciou que vai deixar de usar os cookies de terceiros para identificar os usuários do Google Chrome e demais serviços da casa para vender anúncios publicitários e que não irá criar novos identificadores de usuários.

Essas medidas são um sinal claro de que as pessoas e os governos querem entender melhor como as informações são coletadas, usadas e compartilhadas.

Assim, a relevância do Big Data, que era a grande promessa da publicidade poucos anos atrás, já começa a perder força. Em seu lugar, o foco passa a ser em pesquisas de dados mais abrangentes, conhecidas como Small Data e Wide Data. Segundo uma pesquisa da consultoria Gartner, 70% das empresas mudarão seu foco de Big Data para Small e Wide Data até 2025.

70% das empresas se concentrarão em Small e Wide Data até 2025

Nesse novo cenário, a inteligência artificial se torna cada vez menos dependente de quantidades enormes de dados, utilizando as informações disponíveis com mais eficiência e trazendo insights úteis para os negócios.

Os dados não deixarão de ser importantes — apenas serão tratados de outra forma. Os Data Lakes, repositórios de dados brutos, têm sido uma ferramenta útil para o marketing digital, alavancados pela transformação digital dos negócios.

Em boas mãos, capazes de analisá-las e interpretá-las, essas informações podem embasar não só o desenvolvimento de produtos e a tomada de decisões através de estudos de público, cultura e comportamento, mas também a criação de conteúdo e storytelling.

Isso mostra que, mais do que nunca, publicidade e tecnologia devem andar juntas. A Moringa, que nasceu da tecnologia, antecipou as necessidades do mercado e se estabeleceu na comunicação com estratégias baseadas em dados, na criatividade e na inovação.

O uso de dados tem se consolidado como ferramenta fundamental para empresas que pretendem se manter relevantes no futuro próximo. Na Moringa, eles são desde sempre a base dos nossos negócios.

Fontes:

Google anuncia a suspensão do uso de cookies por terceiros

Gartner afirma que 70% das empresas mudarão seu foco de Big Data para Small Data até 2025

Big Data está ultrapassado, as novas estrelas são Small e Wide Data

Varejo e indústria movidos a dados têm lucros 30% maiores do que a média

Data lake: como orientar decisões via dados?

Qual é o papel dos dados na criação de storytelling?

Somos uma agência de várias culturas, várias línguas, várias formas de pensar, agir e ser.

Somos uma agência de várias culturas, várias línguas, várias formas de pensar, agir e ser.